Inscreva-se
Conheça nossos cursos

Mercado de Trabalho

8 empresas que se destacam no mercado com ações socioambientais

Enem

O que são níveis tróficos? [Biologia no Enem]

Mercado de Trabalho

8 empresas que se destacam no mercado com ações socioambientais

Por EAD UNIFSA em May 18, 2022 12:00:00 AM | 23 min de leitura

Sustentabilidade e desenvolvimento social não são uma moda passageira. Eles já impactam os processos de organizações de todos os setores, que veem os lucros aumentarem com o investimento em ações socioambientais.

A seguir, você vai conhecer 8 organizações que são reconhecidas internacionalmente pelas ações socioambientais que promovem dentro e fora da empresa. 

São ótimos cases que vão ajudar você a refletir sobre o rumo da sua carreira. Eles também servem de inspiração para quem deseja criar um programa de responsabilidade socioambiental na empresa em que trabalha.

Confira: 

  1. O que é responsabilidade socioambiental 
    1.1 A sigla ESG 
    1.2 A norma ISO 26000 
  2. 8 empresas que promovem ações socioambientais
    2.1 Klabin
    2.2 Braskem
    2.3 Eletrobras
    2.4 Cemig
    2.5 EDP – Energias do Brasil S.A
    2.6 Marfrig Global Foods S/A
    2.7 Raízen
    2.8 Amaggi
  3. As vantagens para as empresas em investir em ações socioambientais  
  4. Mercado de trabalho aquecido para especialistas em meio ambiente

New call-to-action

O que é responsabilidade socioambiental

No meio corporativo, a responsabilidade socioambiental é uma forma de gestão definida pelo estabelecimento e cumprimento de metas compatíveis com o desenvolvimento sustentável da sociedade.

Esses objetivos são alcançados por meio de ações socioambientais ancoradas em 3 princípios: 

  1. Preservação dos recursos ambientais e culturais para as gerações futuras;
  2. Respeito à diversidade;
  3. Promoção da redução das desigualdades sociais. 

Paralelamente à promoção de ações socioambientais, a organização deve investir na qualidade de vida dos colaboradores, de suas famílias e da comunidade que a cerca. A relação com todos os públicos precisa ser ética e transparente. 

Uma definição importante de responsabilidade socioambiental é a do World Business Council for Sustainable Development (WBCSD), entidade internacional que visa à promoção de ações voltadas à sustentabilidade.

O WBCSD adota o seguinte conceito:

“Responsabilidade social é o compromisso permanente dos empresários de adotar um comportamento ético e contribuir para o desenvolvimento econômico, melhorando, simultaneamente, a qualidade de vida de seus empregados e de suas famílias, da comunidade local e da sociedade como um todo.”

Quando falamos em responsabilidade socioambiental, é importante pensarmos no conceito de sustentabilidade. A Organização das Nações Unidas (ONU) adota essa definição:

“Sustentabilidade é o processo que satisfaz as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades.”

Esse conceito está presente no Relatório Brundtland, também chamado de “Our Common Future” (“nosso futuro em comum”, em português), lançado em 1987. O documento sintetiza as discussões em torno da preservação ambiental e da responsabilidade social que ganharam força na década de 1970.

Esse período foi marcado pela publicação do que é considerado o primeiro balanço social do mundo, elaborado pela empresa SINGER em 1972. 

De acordo com a Resolução CFC nº 935/02, o balanço social é uma demonstração contábil que visa a prestar contas à sociedade sobre o uso de recursos naturais e humanos. O documento serve para evidenciar o grau de responsabilidade social de uma entidade privada.

No ano seguinte, é lançado o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), em Genebra. Já em 1977 a França foi a pioneira na determinação da obrigatoriedade de as empresas com mais de 300 colaboradores publicarem um relatório de balanço social, com a Lei nº 77.769, conhecida como rapport Sudreau.

O debate global em torno das ações socioambientais evoluiu com o relatório “Who care wins”, realizado em parceria entre o Pacto Global da ONU e o Banco Mundial. Ele foi divulgado em 2004 e cunhou um termo que está em alta hoje, o ESG.

A sigla ESG 

O termo ESG tem substituído a palavra “sustentabilidade” em relatórios, pesquisas e discussões sobre responsabilidade socioambiental. Ele engloba organizações que promovem ações de responsabilidade social e ambiental, além de serem administradas de forma ética.

A expressão vem da sigla de 3 palavras em inglês: 

  • Enviromental (ambiental); 
  • Social; 
  • Governance (governança). 

Empresas que são consideradas ESG têm uma boa reputação e credibilidade no mercado por adotarem critérios alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Os ODS representam os desafios que precisam ser superados até 2030 para a sociedade mundial caminhar em direção a um desenvolvimento sustentável.

A norma ISO 26000 

Organizações que têm como foco a promoção de ações socioambientais geralmente seguem a Norma Internacional ISO 26000, que reúne boas práticas de gestão que promovem o desenvolvimento sustentável.

A ISO 26000 segue 7 princípios: 

  1. Accountability: toda organização é responsável pelas consequências de suas ações.
  2. Transparência: prestar informações claras, acessíveis e compreensíveis a todos.
  3. Comportamento ético: honestidade, integridade e equidade perante a sociedade.
  4. Respeito pelos interesses: ouvir, considerar e responder aos representantes dos públicos envolvidos com a organização.
  5. Respeito pelo Estado de Direito: a legislação vigente deve ser cumprida de forma integral.
  6. Respeito pelas normas internacionais: acordos e tratados mundiais devem ser cumpridos de forma integral.
  7. Respeito aos direitos humanos: a universalidade dos direitos humanos deve ser reconhecida e respeitada.

8 empresas que promovem ações socioambientais  

Agora que você já conhece os principais conceitos, vamos apresentar 8 empresas brasileiras que são referência internacional na promoção de ações socioambientais. 

Essas organizações estão entre as mais sustentáveis da América Latina, de acordo com o CDP, organização que analisa o impacto ambiental de entidades privadas e governamentais de todo o mundo.

Mais de 12 mil empresas foram avaliadas e classificadas entre A e D, sendo as da primeira categoria tidas como exemplo de liderança ambiental. As brasileiras que figuram no topo são: 

  1. Klabin
  2. Braskem 
  3. Eletrobras
  4. Cemig
  5. EDP – Energias do Brasil S.A
  6. Marfrig Global Foods S/A
  7. Raízen
  8. Amaggi 

Klabin

Fábrica da Klabin. Créditos: Divulgação.

Klabin/Divulgação.

A Klabin é a maior produtora e exportadora de papel do Brasil, com florestas de pinus e eucalipto plantadas no Paraná, Santa Catarina e São Paulo.

A organização adota uma série de boas práticas na sua operação, além de ter as principais certificações ambientais. Toda a documentação pode ser visualizada no site da organização, o que mostra a preocupação com a transparência.

Dentre as ações socioambientais, há boas práticas operacionais como:

  • Preservação de 43% da área florestal para conservação e manutenção da biodiversidade;
  • Reciclagem de 98,3% de todos os resíduos gerados nas fábricas Monte Alegre e Puma, no Paraná;
  • Combustíveis renováveis ocupam 90% da matriz energética das fábricas;
  • Balanço positivo de CO², com redução de 64% das emissões dos gases do efeito estufa desde 2003.

Os programas de educação ambiental e projetos sociais também fazem parte do escopo de ações socioambientais da Klabin. Há programas de leitura infantil, de apoio a catadores de recicláveis e de proteção ambiental.

Braskem

Fábrica da Braskem. Créditos: Divulgação.

Braskem/Divulgação.

A Braskem é uma empresa petroquímica considerada a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas. Assim como a Klabin, ela apresenta no site institucional todas as informações relacionadas à responsabilidade e ações socioambientais, garantindo assim a transparência.

Entre 2015 e 2020, a Braskem investiu R$ 13,6 milhões em ações sociais na Bahia, impactando 41,5 mil pessoas por ano. O objetivo era contribuir com o desenvolvimento das comunidades vizinhas às plantas industriais, apoiando ações de preservação ambiental, empreendedorismo, educação e cultura.

Dentre os programas sociais apoiados pela empresa estão:

  • Criação do Programa Global do Voluntariado;
  • Projeto ser+, que apoia trabalhadores de unidades de triagem de resíduos;
  • Edukatu, rede online de aprendizagem sobre consumo consciente e sustentabilidade;
  • Programa de Educação Ambiental Lagoa Viva;
  • Programa Inovar para Construir, que realiza a capacitação profissional de moradores de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro;
  • Som+Eu, projeto de inclusão social por meio da música e cultura.

Eletrobras

Fachada da unidade da Eletrobras no Acre. Créditos: ASCOM EDACRE.

ASCOM EDACRE.

De economia mista, a Eletrobras atua como uma holding de geração, transmissão e distribuição de energia. A empresa se apresenta como ESG, reunindo relatórios e planos estratégicos no site institucional.

Uma das principais ações socioambientais da empresa é o apoio a unidades de conservação, terras indígenas e sítios arqueológicos. Alguns exemplos são as Unidades de Conservação do Lago de Tucuruí, o Corredor da Biodiversidade Santa Maria, o Refúgio Biológico Maracaju e o Refúgio Biológico Santa Helena.

Cemig

Imagem ilustrativa. Torre de energia elétrica. Créditos: Nikola Johnny Mirkovic/Unsplash.

Nikola Johnny Mirkovic/Unsplash.

Também da área de distribuição de energia, a Cemig mantém iniciativas de monitoramento, pesquisa e conservação ambiental no entorno das usinas hidrelétricas.

Uma delas é a análise contínua da qualidade da água dos reservatórios para garantir a vida das espécies aquáticas que vivem na região e o equilíbrio do habitat. O trabalho resultou no sistema Siságua e no Programa Peixe Vivo, que reúnem dados e pesquisas que podem ser acessados por cientistas, órgãos ambientais e público em geral.

Outra ação socioambiental são os programas de educação ambiental desenvolvidos com as comunidades que habitam o entorno dos empreendimentos da Cemig.

A Cemig também disponibiliza em seu site relatórios de sustentabilidade, uma forma de prestar contas à sociedade.

EDP – Energias do Brasil S.A

Fachada da sede da EDP Brasil. Créditos: Divulgação.

EDP Brasil/Divulgação.

A EDP Brasil também é uma holding do setor elétrico, com ativos de geração, distribuição, transmissão e comercialização em 11 estados brasileiros. Em 2021, a organização ocupou o primeiro lugar no ranking geral do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3.

O ISE foi criado em 2006 para avaliar companhias em 5 dimensões:

  1. Capital humano;
  2. Governança corporativa e alta gestão;
  3. Modelo de negócios e inovação;
  4. Capital social;
  5. Meio-Ambiente e clima.

A EDP Brasil alcançou esse patamar ao promover ações de inclusão e diversidade, com programas voltados à capacitação e liderança de mulheres e pessoas trans.

A empresa foi a primeira do setor de energia da América Latina a bater a meta de redução de emissões de gás carbônico aprovada pela Science Based Targets (SBTi) – iniciativa internacional que estabelece metas de redução da emissão dos gases do efeito estufa com base em dados científicos. A expectativa é que as emissões sejam reduzidas em 85% até 2032.

Para isso, a corporação vai investir R$ 10 bilhões até 2025 para ampliar a geração de energia renovável. O plano é ampliar em até 20 vezes o tamanho do parque de energia solar.

A organização é uma das empresas mais transparentes na divulgação de relatórios sobre sustentabilidade, de acordo com o Observatório da Transparência da Global Report Iniciative. Os documentos estão disponíveis no site institucional da EDP Brasil.

Marfrig Global Foods S/A

Fábrica da Marfrig. Créditos: Divulgação.

Marfrig/Divulgação.

No setor de alimentos, a Marfrig divulga anualmente seu Informe de Progresso em Sustentabilidade. O documento reúne informações sobre o desenvolvimento de boas práticas de bem-estar animal, questões socioambientais e diminuição do impacto das operações em relação às mudanças climáticas.

A principal ação socioambiental da companhia é o Plano Marfrig Verde+, que tem como meta tornar a cadeia de produção na Amazônia 100% livre do desmatamento até 2025. O Cerrado e os demais biomas devem ser contemplados até 2030.

Outra iniciativa é o compromisso com a SBTi. A Marfrig planeja reduzir a emissão do gás metano em 33% até 2035. Os demais gases do efeito estufa devem ser reduzidos em 68%.

Todas as informações sobre as ações socioambientais e relatórios ESG da Marfrig podem ser acessados no site da empresa.

Raízen

Totem da Raízen em Rondonópolis. Créditos: Divulgação.

Raízen/Divulgação.

A Raízen é do setor de bioenergia, atuando no cultivo e processamento da cana de açúcar. Também trabalha com a comercialização, logística e distribuição de combustíveis.

Parte das ações socioambientais é desenvolvida pela Fundação Raízen. Uma delas é o programa Ativa Juventude, que atende mais de 1,3 mil adolescentes em 22 municípios espalhados pelo país. Em aulas presenciais e remotas, os estudantes aprendem sobre direitos humanos, habilidades socioemocionais e planejamento profissional.

Ainda são desenvolvidos o Programa ELO, que possibilita o aperfeiçoamento de práticas de gestão econômica, social e ambiental na cadeira de fornecedores.

Em 2018, a Raízen lançou publicamente uma agenda ESG, com compromissos para 2030, todos alinhados aos ODS da ONU. Conheça alguns deles:

  • Reduzir a pegada de carbono de etanol e açúcar em 10%;
  • Garantir programas de sustentabilidade internacionalmente reconhecidos para as fontes de cana-de-açúcar;
  • Manter todas as unidades em operação certificadas por um padrão internacionalmente reconhecido;
  • Garantir que 100% dos entornos sejam contemplados pela fundação Raízen;
  • Alcançar, ao menos, 30% de mulheres em cargos de liderança até 2025;
  • Promover avanços na área de direitos humanos em nossas operações e em nossa cadeia de suprimentos.

Internamente, a empresa trabalha com o KPI de “emissões evitadas” pelos produtos de energias renováveis. A métrica está atrelada à remuneração de todos os colaboradores.

A organização calcula que já evitou 5,2MM de toneladas de CO² por ano no ambiente. A metá é conter o dobro desse número até 2030.

Todos os relatórios ESG da Raízen podem ser consultados no site da organização.

Amaggi

Fachada da sede da Amaggi. Créditos: Divulgação.

Amaggi/Divulgação.

No setor do agronegócio, a multinacional Amaggi também estabeleceu metas ESG a serem alcançadas até 2030 e alinhadas aos ODS da ONU. Algumas delas são:

  • Oferecer produtos e soluções inovadores para uma cadeia ética, zero desmatamento e conversão de vegetação nativa, regenerativa e com baixa emissão de carbono;
  • Investir em energia renovável, mantendo-se autossuficiente em sua produção e consumo;
  • Ter uma cadeia de fornecedores de grãos 100% monitorada e rastreada, livre de desmatamento e conversão para produção agrícola até 2025;
  • Promover a agricultura regenerativa, de baixo carbono e capaz de proteger a biodiversidade. O objetivo é chegar às emissões líquidas zero até 2050, por meio de estratégias de descarbonização até 2035 e neutralização de eventuais emissões residuais, conforme o SBTi;
  • Impulsionar as iniciativas que fortaleçam a produtividade agrícola e a renda dos pequenos produtores de alimentos, em especial as mulheres do campo e agricultores familiares.

Essas metas se materializam em ações socioambientais como a preservação e recuperação de 138 mil hectares, chamados de Áreas de Preservação Permanente (APPs).

Para fins de transparência, a Amaggi publica os relatórios de sustentabilidade no site institucional.

As vantagens para as empresas em investir em ações socioambientais

Pode parecer meio óbvio falar em vantagens, pois a proteção do meio ambiente para reduzir os efeitos catastróficos das mudanças climáticas já é um benefício por si só.

Então vamos nos concentrar nas vantagens econômicas para as empresas. Afinal, investir em ações socioambientais se reverte em lucros, sim.

Organizações que seguem práticas ESG têm os papéis mais valorizados na Bolsa de Valores. O Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3, que já mencionamos antes, teve rentabilidade de 203,8% de 2005 a 2018, ante 175,38% do Ibovespa.

Os riscos de investimento também são menores. No mesmo período, o ISE teve uma volatilidade de 24,67%, enquanto a do Ibovespa foi de 24,46%.

Mas e se a empresa não tem ações à venda na Bolsa?

Ainda é vantajoso, já que a responsabilidade socioambiental é um forte fator de atração e fidelização de clientes, de acordo com pesquisa conduzida pela Nielsen em 2015 com 30 mil pessoas de 60 países diferentes.

O levantamento mostrou que 66% dos consumidores estão dispostos a pagar mais por produtos e serviços de empresas que estão comprometidas com ações socioambientais. No Brasil, três quartos dos compradores preferem consumir de empresas que tenham programas sustentáveis.

A mesma pesquisa mostrou que marcas que apostam na sustentabilidade cresceram 4% a mais em 2015 do que as que não promoviam ações socioambientais. Pelo menos 65% do total das vendas realizadas no mundo todo em 2015 foi gerado por organizações com responsabilidade social.

Outra vantagem é a redução de custos de produção no longo prazo com:

  • Economia de energia;
  • Reciclagem;
  • Reutilização de água;
  • Reaproveitamento de sobras de matéria-prima;
  • Benefícios fiscais do governo, como redução do IPTU.

Há ainda vantagens intangíveis, como a valorização da marca, a lealdade do consumidor e o engajamento dos colaboradores.

Mercado de trabalho aquecido para especialistas em meio ambiente

As vantagens econômicas são impressionantes, não são?

Entende-se por que cada vez mais empresas, de diferentes setores e portes, investem na criação de ações socioambientais.

Por exemplo, todas as 150 Melhores Empresas para Trabalhar de 2019, elencadas pela revista VOCÊ S/A, realizam alguma ação de cunho social, enquanto 95% delas têm programas de preservação do meio ambiente. As organizações que não entraram no guia têm índices de 89% e 62%, respectivamente.

Essas e outras empresas, dentro e fora do Brasil, devem abrir mais postos de trabalho para os profissionais que trabalham com questões ambientais e de sustentabilidade. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que o segmento deve criar até 15 milhões de empregos na América Latina e Caribe até 2030.

As oportunidades estarão concentradas nas áreas de agricultura sustentável, silvicultura, energia solar e eólica, manufatura e construção.

Sim, as organizações precisam de profissionais capacitados para desenvolver tantas iniciativas socioambientais. Já imaginou ser um deles?

Isso é possível com a especialização em Desenvolvimento e Sustentabilidade da Pós +Carreira EAD UNIFSA!

As aulas são 100% online e abordam temas como sustentabilidade organizacional, inovação, empreendedorismo social e inteligência competitiva.

Você também terá acesso ao programa de aceleração profissional, que vai te ajudar a se reposicionar no mercado de trabalho.

Conheça os benefícios de fazer sua pós no UNIFSA e dê o primeiro passo para construir um mundo mais sustentável!

Mercado de Trabalho

Veja mais conteúdos da UNIFSA sobre EAD e educação

O que é Economia Criativa e como trabalhar na área

A economia criativa é um setor da economia relacionado ao entretenimento e à cultura. 
14 min de leitura

Millennials e Geração Z: o que o profissional de marketing precisa saber

Nos últimos anos, muito se tem ouvido sobre Millennials e Geração Z. Mas você sabe como esses dois grupos afetam a ...
16 min de leitura

O que é preciso para ser um bom professor de literatura

Dentre as funções de um professor de literatura está incentivar o hábito da leitura, deixar a literatura mais acessível ...
14 min de leitura
Ver mais conteúdossobre Mercado de Trabalho