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O que é Economia Criativa e como trabalhar na área

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O que é Economia Criativa e como trabalhar na área

Por EAD UNIFSA em May 11, 2022 12:15:00 AM | 14 min de leitura

A economia criativa é um setor da economia relacionado ao entretenimento e à cultura. 

Ela é responsável por uma parcela considerável do PIB, produto interno bruto, e uma área de atuação interessante para quem trabalha com cultura, tecnologia e gestão. 

Pensando em explorar melhor a economia criativa e como você pode atuar nela, trouxemos neste artigo informações sobre como usar o capital intelectual para gerar renda.

Você vai conferir:

O conceito de Economia Criativa
Como funciona a economia criativa
A Economia Criativa no Brasil
Como atuar na área de Economia Criativa
Conclusão

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O conceito de Economia Criativa 

Conhecemos por “economia criativa” um conjunto de atividades e ações advindas da cultura, tecnologia e criatividade. 

Atividades e ações, estas, que geram receita e impacto na economia. 

Podemos dizer, então, que, dentro do setor econômico, a economia criativa está relacionada à produção, distribuição e criação de bens e serviços criativos. 

O termo foi utilizado pela primeira vez na década de 1980, quando a ex-primeira ministra britânica, Margareth Thatcher, reconheceu a força e a importância da cultura e da tecnologia para a economia em um relatório. 

De acordo com uma pesquisa da UNESCO, feita em 2013, a economia criativa teria faturado cerca de 600 bilhões de dólares mundialmente no intervalo de um ano, o que é um recorde. 

Além da movimentação econômica, a economia criativa também colabora para o desenvolvimento social de comunidades. 

Como funciona a economia criativa 

Os setores tradicionais da economia, como a indústria, o comércio e a agricultura, geram renda através de bens de consumo palpáveis. 

Diferente deles, saindo do tradicional, a economia criativa atua com produtos de conhecimento artístico, cultural e tecnológico. 

De forma geral, a receita gerada por esse setor vem de experiências, lazer e facilidades. 

Quando você escuta uma música no rádio ou quando pede um prato por aplicativo, você está usufruindo de algo que a economia criativa ajudou a criar. 

Então, entende-se que esse setor da economia está presente desde a composição de uma música até a programação de um aplicativo que resolva problemas do cotidiano. 

Mas para além da cultura e da tecnologia, também podemos citar outras atividades como parte da economia criativa. Confira a listagem abaixo: 

  • Arquitetura; 
  • Publicidade; 
  • Design; 
  • Jornalismo; 
  • Rádio e Televisão; 
  • Cinema; 
  • Artesanato. 

Outro eixo que está entrando, aos poucos, nesta lista é a sustentabilidade. 

Isso porque a crise climática já está acontecendo em algumas regiões do planeta e exigindo soluções criativas de diversos outros setores, como a geração de energia e fabricação de produtos e bens de consumo que não agridam o meio-ambiente. 

Olhando para a economia criativa como um todo, vemos que as oportunidades não param de crescer, especialmente para profissionais de mente aberta e conectados com as tendências. 

A Economia Criativa no Brasil 

Como estamos falando de cultura, pode parecer que a geração de receita do setor é pequena, mas segundo o SEBRAE, quase 3% do PIB nacional vem da economia criativa. 

E isso mostra que o setor de cultura e tecnologia gera muita receita para o país. Até mais do que em comparação com países mais desenvolvidos, como Itália e Espanha, por exemplo. 

E embora atrás da França, Reino Unido e EUA no ranking da economia criativa, a verdade é que o Brasil está entre os principais produtores do setor no mundo. 

No Brasil, os postos de trabalho dentro da economia criativa só crescem. 

No terceiro trimestre de 2021, como aponta o Correio Braziliense, o crescimento foi de 14%. 

Isso totalizou cerca de 7 milhões de postos de trabalho no país inteiro entre empregos formais, prestação de serviços para o setor e profissionais freelancers. 

No Brasil, as áreas da economia criativa que mais empregam são: arquitetura, engenharia, design, moda, publicidade, música, cinema, comunicação, games, televisão e artes visuais. 

Dentro do nosso país, a economia criativa é dividida em quatro setores. São eles: 

  • Consumo: que abrange as áreas de design, arquitetura, publicidade e moda. 
  • Mídias: contendo áreas editoriais e audiovisuais. 
  • Cultura: abrangendo música, artes cênicas, expressões cultuais, patrimônio e artes. 
  • Tecnologia: contendo áreas de biotecnologia, tecnologia da informação e comunicação e desenvolvimento de produtos. 

Com o objetivo de planejar, promover, coordenar e implementar ações para fortalecer a economia criativa no país, foi criada a SECDEC, Secretaria Nacional da Economia Criativa e Diversidade Cultural.

economia criativa - o que é e como trabalhar na área

Como atuar na área de Economia Criativa 

Como você já deve ter percebido, a área de economia criativa é um setor bastante amplo e que abrange diversas profissões, desde a gastronomia até o desenvolvimento de software. 

Então, praticamente qualquer pessoa que atue com gestão, criatividade e tecnologia pode se qualificar para fazer parte da área. 

Confira algumas das principais graduações que ajudam a trabalhar com economia criativa: 

  • Administração: não há empresa que não precise de um gestor, então administração pode ser uma formação interessante. 
  • Engenharia de Software ou Gestão de TI: como parte da economia criativa está no desenvolvimento de novas tecnologias e aplicativos, ter formação na área ajuda. 
  • Gestão de negócios e inovação: inovação é parte essencial da gestão e da tecnologia hoje em dia, além de ter ligação direta com a criatividade. 
  • Marketing: além de produzir, é preciso comunicar, e ter formação em marketing não só facilita essa atividade como cria novas oportunidades. 

E se você já tem uma graduação e quer trabalhar com economia criativa, pode buscar se especializar na área. 

Por isso, queremos convidar você para conhecer o curso de Pós-graduação EAD UNIFSA em Economia Criativa. 

Torne-se um especialista em Economia Criativa 

Nesta especialização, você vai desenvolver todas as habilidades e fundamentos teóricos necessários para se tornar especialista na transformação de culturas internas em múltiplos espaços corporativos. 

Tudo isso amparado na inovação, atitude disruptiva e senso criativo. 

Mergulhe de cabeça em um universo que já está dominando o mundo e será o futuro dos negócios e um grande transformador da economia mundial. 

Na pós-graduação EAD UNIFSA, você ainda recebe uma aceleração profissional, conquistando um certificado de extensão intermediário a cada 3 meses, que são os seguintes: 

  • Economia criativa e empreendimentos
  • Economia criativa
  • Cultura organizacional
  • Gestão da inovação 

E ao final, você se torna especialista com um certificado de Especialização em Economia Criativa. Conheça a Especialização em Economia Criativa EAD neste link. 

Conclusão 

Neste conteúdo, você conferiu as principais informações sobre o que é economia criativa, como ela funciona, qual é o cenário no nosso país e como você pode trabalhar no setor. 

A economia criativa é uma área ligada à cultura e tecnologia, mas também a outras áreas, como arquitetura e design, e está em pleno crescimento no Brasil. 

Então, se você tem experiência com administração, comunicação ou tecnologia, esta é uma área ótima de projetar seu crescimento profissional. 

E se você busca aperfeiçoamento profissional, não deixe de conferir o curso de Pós-graduação EAD UNIFSA em Economia Criativa. 

Dentro de um ano, você se torna especialista no assunto e já pode colaborar para o crescimento da economia criativa no país, além do seu próprio crescimento profissional. 

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