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Veja como se tornar um profissional de revisão de textos

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Veja como se tornar um profissional de revisão de textos

Mariana Fernandes
Por Mariana Fernandes em Aug 21, 2023 4:30:06 PM | 15 min de leitura

Você sabe o que é necessário para se tornar um profissional de revisão de textos? Então, continue acompanhando este artigo para conferir! 

A revisão de textos é uma área do conhecimento que se preocupa em identificar e corrigir erros gramaticais, de concordância e ortográficos em um conteúdo com a intenção de melhorar o entendimento do público-alvo. 

Para trabalhar nesta área, você precisa ter uma formação de base e algumas certificações complementares, além de perfil detalhista e muito interesse na língua portuguesa. 

Você vai conferir: 

O que faz um revisor de textos? 
Os serviços de revisão de textos mais procurados 
Quanto cobrar por serviço? 
A formação ideal para atuar como revisor 
Quais são as ferramentas de serviço do revisor? 
Conclusão 

Baixe o e-book para descobrir as profissões em alta desta década!

O que faz um revisor de textos? 

O trabalho do revisor de texto, quando explicado de maneira simplista, se refere a corrigir os erros gramaticais, ortográficos e de concordância de um texto. 

Porém, a revisão de textos vai além disso porque traz muitas vantagens a quem contrata. 

Revisar um texto significa ajudar na lapidação daquele conteúdo, fazendo com que ele chegue ao público-alvo coeso e coerente para perfeito entendimento. 

Qual é o perfil de um revisor de textos? 

Quanto às habilidades técnicas, um revisor precisa ter uma formação linguística sólida. É preciso ter a experiência necessária e levar em conta aspectos culturais do texto em que está trabalhando. 

Quanto às competências pessoais, um revisor precisa, antes de tudo, ter perfil de leitor e gostar de ler. Também é necessário ser mente aberta, detalhista, ter bom senso de comunicação, ser paciente, seguro e ser um bom ouvinte. 

Outra competência essencial é estar sempre se mantendo atualizado. 

Os serviços de revisão de textos mais procurados 

Os serviços que um revisor de texto pode fazer são bem amplos, porém existem aqueles mais procurados por clientes e empresas. 

Correção de trabalhos acadêmicos 

Este é, provavelmente, o tipo de serviço que um revisor mais presta. Isso porque a revisão de trabalhos acadêmicos não fica apenas na revisão ortográfica e gramatical, mas foca também nas normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). 

Para prestar este serviço, o revisor precisa estar muito bem informado sobre as normas técnicas. 

Revisão de traduções 

Este serviço se refere ao revisor se dedicar a garantir a clareza, harmonia, acertos gramaticais e concisão de traduções. 

Para trabalhar com esse serviço, é necessário ter domínio tanto da língua original do documento quanto da língua para a qual ele foi traduzido. 

Publicações editoriais 

Revisores que trabalham no meio editorial fazem a revisão de jornais, revistas, livros e todos os materiais publicados por esse mercado. 

Nesse cenário, é essencial estar atento aos aspectos de gramática e estrutura do texto. 

Produção de conteúdo para a internet 

Por último, um dos serviços que o revisor pode prestar é de revisão de materiais que serão veiculados na internet, desde peças de mídia até artigos para blogs. 

Para atuar nesta área, é ideal que o profissional entenda como adequar conteúdos para a internet, saiba o que é a otimização para motores de busca e esteja atento à estratégia do cliente. 

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Quanto cobrar por serviço? 

Uma verdade é que não existe um valor fixo ou acordado por alguma instituição que reja os valores cobrados por serviços de revisão. 

Então, tudo vai depender da senioridade do revisor e do tipo de revisão. 

Uma pesquisa feita pela conta @revisaoparaque no Instagram com 70 revisores profissionais chegou à conclusão que a média cobrada por lauda (página contendo 1400 caracteres) era de R$10,07. Sendo o mais baixo de R$3,00 e o mais alto de R$100. 

Não há uma tabela de preços indicados, como dissemos, e nem uma diretriz sobre como cobrar, então você pode levar em conta sua hora de trabalho e experiência para fixar um valor.

Como trabalhar com revisao de textos de forma profissional

Como definir um preço pela revisão? 

Existem maneiras diferentes de cobrar pelo serviço, então vamos falar sobre como funcionam algumas delas: 

  • Por lauda: cobrar por lauda significa que você cobrará por uma determinada quantidade de caracteres, incluindo os espaços ou não. O mais comum é trabalhar com 1300 ou 1400 caracteres com espaço. 
  • Por quantidade de palavras: o revisor que cobra pela quantidade de palavras está levando em conta quantas palavras ele terá que analisar ao longo do trabalho. 
  • Por hora trabalhada: você também pode escolher cobrar por hora trabalhada e, para isso, precisa entender quanto você consegue revisar do trabalho dentro de 60 minutos. 
  • Por documento revisado: existe a possibilidade de você cobrar um valor fechado por uma peça, independentemente da quantidade de palavras. 
  • Por um pacote: você também pode atribuir um preço único a um pacote de documentos que serão revisados. 

Dentro dessas modalidades de precificação, você também pode prever um preço por urgência. Se um cliente precisa da revisão dentro de um espaço de tempo muito curto, você pode cobrar um pouco mais do que normalmente cobraria. 

A formação ideal para atuar como revisor 

Não existe hoje uma formação a nível de graduação para quem quer atuar como revisor. Esta atividade acaba entrando na vida do profissional como formação em uma especialização. 

Porém, é comum que quem queira trabalhar como revisor venha da área de comunicação social, letras ou produção editorial. 

  • O curso de comunicação social compreende três habilitações, o jornalismo, a publicidade e propaganda e as relações públicas. É um curso que ensina os estudantes a lidarem com a linguagem e a comunicação em diversas frentes. 
  • Já dentro do curso de letras, o aluno foca no aprendizado mais aprofundado da língua portuguesa e da literatura. É a faculdade que mais aproxima o estudante do dia a dia da profissão de revisor, porém a revisão de textos continua sendo uma lacuna não preenchida pelos cursos de letras. 
  • Por sua, o curso de produção editorial ou editoração oferece uma visão mais ligada com a edição e produção de publicações em diversos formatos, desde livros até materiais em áudio e vídeo. É um curso que aproxima o estudante da publicação, onde a profissão do revisor é bastante solicitada. 

Ainda assim, disciplinas de revisão de textos são bastante raras dentro desses cursos de graduação, então o interesse do aluno que quer trabalhar como revisor acaba sendo respondido com cursos livres durante a faculdade ou com uma especialização após a formatura. 

Pós-graduação em revisão de textos 

A especialização em revisão de textos é um curso de pós-graduação lato sensu, ou seja, mais voltado ao mercado de trabalho. 

Ela acaba preenchendo a lacuna deixada pelas graduações e prepara o profissional para atuar com revisão de textos em sites, editoras, jornais, revistas, em empresa própria ou como freelancer. 

Aqui no EAD do UNIFSA, você encontra uma pós-graduação em Revisão de Textos EAD que, além de torná-lo especialista nas normas gramaticais, com olho clínico e leitura crítica, também presta todo apoio profissional que você precisa. 

A Pós +Carreira EAD UNIFSA em Revisão de Textos EAD está em uma modalidade de pós-graduação que proporciona múltipla certificação. Ou seja, ao longo dos 12 meses de curso, você garante 4 certificados intermediários de extensão. 

Ao optar pela especialização em Revisão de Textos EAD, você recebe os seguintes certificados: 

  • Eficácia na Escrita 
  • Formatação de Textos 
  • Gêneros 
  • Coesão e Coerência textual 

E ao final, se torna um especialista com o certificado de conclusão de Especialização em Revisão de Textos 360h. 

A Pós +Carreira EAD UNIFSA em Revisão de Textos EAD também ajuda você a direcionar a sua profissão proporcionando consultoria de carreira. 

Conheça todos os detalhes dessa oportunidade clicando aqui. 

Outras certificações e cursos que você pode querer 

Além de uma especialização, existem outros tipos de certificações que podem ajudar na sua inserção no mercado dependendo de qual área você quer atuar. 

Por exemplo, se você quer trabalhar com a revisão de artigos científicos de áreas como biologia e biomedicina, o BELS é uma certificação interessante. Se quiser atuar na revisão de traduções, ter uma boa nota no IELTS ou no TOEFL também é algo se pensar. 

E se você quiser atuar como revisor de textos para a internet, uma certificação em algum curso de produção de conteúdo ou marketing digital pode ser o ideal. 

Quais são as ferramentas de serviço do revisor? 

O revisor de textos precisa dominar algumas ferramentas de trabalho para conseguir entregar a melhor revisão. É comum que estas ferramentas sejam editores de texto e dicionários. 

Confira algumas delas: 

  • Editor de textos: entre eles estão o Word, LibreOffice e o Google Docs. 
  • VOLP: este é o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, um local onde se pode encontrar os vernáculos que existem na nossa língua e a grafia correta das palavras. 
  • Dicionários Criativos: estas são ferramentas que ajudam o revisor a entender expressões populares presentes no texto, assim como gírias e termos nichados. 
  • Dicionário: por fim, uma das ferramentas essenciais ao trabalho do revisor é o dicionário da língua portuguesa. 

Além destas ferramentas mais comuns, existe uma outra ferramenta chamada Diff Checker que pode ser interessante para o dia a dia do revisor. Esta ferramenta compara duas versões do mesmo texto, mostrando o que foi alterado. 

Conclusão 

Chegando ao final deste texto, esperamos que o trabalho de revisão de textos, e como fazer para se tornar um revisor, tenha ficado claro para você. 

Este é um trabalho essencial, que ajuda a deixar um conteúdo mais adequado ao público-alvo e facilita o entendimento. 

O caminho de uma pessoa até essa profissão é cheio de buscas e certificações. Por isso, não deixe de conferir a Pós +Carreira EAD UNIFSA em Revisão de Textos EAD neste link. 

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Millennials e Geração Z: o que o profissional de marketing precisa saber

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Quem são os Millennials? 

Os Millennials, que também podem ser chamados de Geração Y, são um grupo geracional formado por pessoas nascidas desde o início da década de 1980 até o final dos anos 1990. 

Existem institutos de pesquisas que dizem que os Millennials são os nascidos entre 1981 e 1996, porém também existem institutos que fixam as datas de 1982 e 2004 como o intervalo. 

Mas independentemente de quando se fixa o limite para alguém ser considerado um Millennial, parte essencial dessa geração é sua experiência na virada de milênio e proximidade com a internet. 

Tanto que muitas pessoas chamam a Geração Y de “geração da internet” ou “geração do milênio”. 

Os Millennials nasceram e cresceram junto com o boom da internet e isso traz algumas características fortes para o grupo, como a atração por avanços tecnológicos, comunicação sem fronteiras e informações vindas de todos os lados. 

Eles também experimentaram alta urbanização, facilidade material e prosperidade econômica. 

O que pode dar a impressão de que Millennials são uma geração “mimimi” e que esperam prêmios cada vez que fazem o mínimo.  

Porém, a verdade é que essa é uma geração que cresceu em um mundo de extrema competição intelectual e que se transformou economicamente de maneira negativa, o que trouxe um sentimento geral de frustração. 

Quem faz parte da geração Z? 

A Geração Z veio depois dos Millennials e é formada por pessoas nascidas entre 1996 e 2012. 

O que mais marca essa geração é que seus indivíduos são totalmente nascidos em um mundo conectado à internet e com facilidade de acesso à informação. 

Por isso, uma das características mais fortes dos Zoomers, como também podem ser chamados, é serem nativos digitais. 

Além disso, a Geração Z também é muito mais adepta à abertura social das tecnologias. 

Ao contrário dos Millennials, que cresceram em um mundo de estabilidade econômica, a Geração Z cresceu em meio à recessão e a outros problemas, como a crise climática. 

Por conta desse contexto, os Zoomers são pessoas mais tolerantes à diferença, estão moldando a maneira como falamos sobre expressão sexual nos dias de hoje e tem uma forte visão política. 

As diferenças de consumo entre Millennials e Geração Z 

Apesar de as semelhanças entre Millennials e Geração Z serem grandes, já que ambas cresceram conectadas, existem muitas diferenças que profissionais de marketing não podem ignorar. 

Millennials 

Para os Millennials, o sentimento de comunidade e o relacionamento entre pessoas são valores marcantes. E eles se apegam à internet por ela proporcionar esse sentimento. 

Entre os Millennials, 47% disse que a única coisa sem a qual não consegue viver é a internet. 

Eles são muito mais apegados à experiência de uma compra do que ao produto em si, então costumam apoiar marcas que tem esses valores. 

Além disso, a Geração Y busca por ferramentas digitais que ajudem no dia a dia. Ou seja, a tecnologia e a conectividade é tudo para eles. 

Quanto ao consumo, os Millennials representam mais da metade dos compradores online. 54%, segundo a UPS. 

Eles utilizam smartphones para isso, analisam avaliações e depoimentos antes de comprar e mudariam de varejista ou lojista se tivesse uma experiência negativa.

Geração Z 

Já os integrantes da Geração Z tem uma visão um pouco diferente dos Millennials sobre consumo. Para eles, o mais importante é que uma marca se alinhe com seus valores pessoais. 

Além disso, como são mais críticos e políticos, os Zoomers querem ficar sabendo de onde vêm os produtos que estão consumindo, se a empresa é ética e qual é o impacto no meio ambiente. 

Por isso, a Geração Z não tem medo de falar contra marcas, se perceberem algo errado. 

Eles também são bastante adeptos do Do it Yourself, ou seja, eles costumam colocar a mão na massa para fazer algo e não hesitam em comprar de brechós ou briques. 

Esse grupo é muito mais protetivo com seus dados também, sendo que menos de um terço, em uma pesquisa da IBM, se disse confortável em compartilhar dados com empresas. 

45% deles disse escolher marcas ecologicamente corretas, 52% diz que usa o celular para fazer comparações entre preços e produtos e, em total discordância com os Millennials, eles gostam de fazer compras em lojas físicas. 

9 cursos para se destacar na área de comunicação e marketing 

E agora que você já entendeu quais são as principais diferenças de consumo entre Millennials e Geração Z, chegou a hora de colocar sua estratégia de comunicação em prática. 

Para isso, queremos convidar você a conhecer 9 cursos de pós-graduação EAD na área de comunicação e marketing do UNIFSA que vão ajudá-lo. 

Nosso formato +Carreira EAD permite que você tenha uma aprendizagem mais flexível e que conversa diretamente com o mercado de trabalho. 

E isso acontece através de múltipla certificação, abordagens ativas e acompanhamento de carreira.  

Na Pós +Carreira EAD UNIFSA, você conquista um certificado intermediário de extensão a cada 3 meses, acrescentando mais linhas ao seu currículo antes mesmo da conclusão de curso. 

Ao final, você recebe seu certificado de especialista. 

Durante a pós-graduação, você também recebe o aconselhamento de carreira por parte de um profissional, o que ajuda a escolher o melhor caminho para você.  

Confira os cursos de pós-graduação em comunicação e marketing que oferecemos: 

Análise de Cenários, Marketing Estratégico e Indústria 4.0 EAD 

Esta é uma especialização para capacitar você de forma estratégica e atualizada a uma nova visão do mercado e da indústria, introduzindo e aprofundando no modelo de Indústria 4.0. 

Veja a grade curricular neste link. 

Big Data e Marketing EAD 

Esta pós-graduação EAD em Big Data e Marketing dará para você uma base essencial de dois nichos em crescimento constante: dados e estratégias de marketing. 

Aprenda a utilizar ambos e formular estratégias nas quais eles se complementam. Confira os detalhes clicando aqui. 

Gestão de Comunicação em Instituições Públicas EAD 

Neste curso de especialização em Gestão de Comunicação em Instituições Públicas EAD, você aprenderá estratégias efetivas para desenvolver uma comunicação clara, concisa e eficiente nas instituições públicas. 

Veja a grade curricular e demais informações acessando esta página. 

Gestão e Marketing em Esporte e Lazer EAD 

Com a pós-graduação de Gestão e Marketing em Esporte e Lazer EAD você dominará as estratégias voltadas ao segmento de esportes e lazer. 

Aprenderá as particularidades dos negócios do setor, como hotéis, clubes esportivos e academia, além de desenvolver técnicas de criatividade, gestão/liderança e comprometimento organizacional. 

Veja detalhes neste link. 

Marketing de Experiência EAD 

Na especialização em Marketing de Experiência EAD, você se tornará especialista em estratégias de experiência do usuário. 

Aprenda a importância e como estimular emoções, provocar mudanças e revolucionar a perspectiva de possíveis clientes, tudo com um marketing inovador e assertivo. 

Confira todas as informações clicando aqui. 

Marketing Digital para E-Commerce EAD 

A pós-graduação em Marketing Digital para E-Commerce EAD do UNIFSA é uma especialização com foco nas estratégias de vendas e divulgação para negócios digitais, que vem ganhando cada vez mais destaque no mercado. 

Entenda tudo sobre anúncios online, canais de comunicação, suporte, redes sociais e muito mais. Clique aqui para ver a grade curricular. 

Marketing Para Pequenas e Médias Empresas EAD 

O curso de pós-graduação EAD em Marketing para Pequenas e Médias Empresas é uma excelente especialização para você, empreendedor ou profissional de marketing, que deseja expandir seu negócio, alcançar mais clientes e, claro, lucratividade. 

Nesta página, você confere a grade curricular e demais informações. 

MBA em Marketing, Criatividade e Inovação EAD 

Este MBA em Marketing, Criatividade e Inovação EAD do UNIFSA é uma especialização que tem como objetivo principal te especializar para atuação plena na área de negócios, lidando diretamente com criatividade e inovação dentro de setores de comunicação, marketing e administração. 

Conheça todas as informações neste link. 

Neuromarketing EAD 

Você vai aprender sobre o processo de absorção de informações do cérebro humano, dominando técnicas e ferramentas essenciais para estimular a mente a favor de ações de marketing para múltiplas finalidades. 

Se torne referência no nicho em que atua e seja sempre reconhecido pela assertividade profissional. Comece sua especialização clicando aqui. 

Conclusão 

Chegando ao final deste conteúdo, esperamos que a importância dos grupos geracionais para o marketing tenha ficado clara para você, assim como as diferenças entre Millennials e Geração Z. 

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16 min de leitura

O que é preciso para ser um bom professor de literatura

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Como se tornar um professor de literatura? 

Para se tornar um professor de literatura, existem alguns passos que você precisa seguir. 

O primeiro deles é ter muito interesse pelo tema. Porém, não apenas interesse em literatura, é preciso também ter interesse na língua portuguesa como um todo. 

Isso porque a formação do professor de literatura na graduação é a mesma formação recebida pelo professor de língua portuguesa. 

Ou seja, ambos fazem a mesma faculdade: a licenciatura em letras. Depois de formado em letras, é preciso buscar um emprego na área. 

E uma pessoa formada em letras pode dar aulas para a educação infantil, ensino fundamental e médio e em cursinhos pré-vestibular. 

O professor de literatura também pode atuar na educação superior, ou seja, na graduação e pós-graduação. Mas para isso é necessário ter especialização em literatura, mestrado ou doutorado. 

É interessante dizer que a especialização em literatura também é uma opção para o professor da educação básica que quer aprimorar seus conhecimentos e melhorar o plano de carreira. 

O que a BNCC diz sobre a literatura 

A BNCC é a sigla usada para se referir à Base Nacional Comum Curricular. 

Este é um documento que define quais são os aprendizados fundamentais para a trajetória de um aluno e que devem ser comuns em escolas nacionais. 

A BNCC abrange desde a educação infantil até o ensino médio e é utilizada como a ferramenta que orienta e guia a elaboração de currículos escolares. 

E como estamos falando de literatura, onde ela entra na BNCC? 

Na verdade, a literatura não entra explicitamente na BNCC. Nós podemos encontrar menções à ela dentro de outros aspectos. 

A literatura é contemplada na BNCC especialmente na terceira das dez Competências Gerais da Educação Básica. O texto diz: 

  • Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, e também participar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural. 

Dentre as competências, esta fala sobre como é papel da escola se tornar um local propício para manifestações artísticas. 

E como a literatura é considerada uma arte, podemos encontrá-la nesta competência. 

Mas, como dissemos acima, a literatura permeia diversos outros aspectos da BNCC e pode ser encontrada quando o documento fala sobre: 

  • A diversificação de formatos para consumo de histórias, colocando os livros digitais, filmes, paródias, HQs e animações junto aos livros na categoria; 
  • A necessidade de as práticas literárias estarem presentes no contexto escolar; 
  • A formação do leitor-fruidor, um aluno com a capacidade de dialogar com uma obra e entender sua multiplicidade de sentidos. 

Como trabalhar a literatura em sala de aula 

De acordo com especialistas, independentemente da faixa etária do aluno, o livro sempre funciona como uma ferramenta “disparadora” de discussões em sala de aula. 

A partir da história contada nele é possível promover discussões sobre os mais diversos temas. 

Por isso, uma das melhores formas de trabalhar a literatura em sala de aula é utilizar essa faceta do livro, como algo que começa discussões. 

O ideal é não pré-julgar quais serão as mensagens entendidas pelos alunos e nem tentar limitar a discussão, mas ser um mediador, sabendo para onde levar a discussão, mas deixando que os alunos digam seus entendimentos e como eles chegaram nessa conclusão. 

Isso significa estimular a troca de impressões entre dois ou mais alunos, como cada um interpretou um acontecimento, qual personagem é o favorito deles e por quê, e qual é a relação entre expectativa e realidade da leitura para eles. 

Também é importante trazer a discussão para o mundo real. Como a trama e os personagens se traduzem para a realidade dos alunos? Como se relacionam com quem, e o que, eles conhecem? 

Isso ajuda a deixar a literatura mais próxima da realidade, o que estimula o hábito da leitura e o pensamento crítico dos alunos.

Como incentivar a leitura sendo professor de literatura 

Além de como trabalhar a literatura em sala de aula, existem algumas práticas que o professor pode ter para promover o hábito da leitura. Confira abaixo: 

Descubra o que os alunos gostam de consumir 

Sabemos que o currículo escolar pede que as aulas de literatura passem pelo estudo dos clássicos nacionais e mundiais. 

Porém, quantas vezes já ouvimos dos próprios alunos reclamações sobre a obrigatoriedade de livros que não interessam a eles? Aliás, como tornar esses livros interessantes para eles? 

Uma maneira pode ser trabalhar obras mais atuais e do gosto dos alunos junto aos clássicos. A ideia seria agregar, e não substituir. 

Deixe os livros acessíveis 

Outro aspecto que acaba afastando os alunos da literatura é a impressão de que livros não são para todos. Então, uma forma de estimular a leitura é mostrar como livros são acessíveis. 

E como fazer isso? Levando a turma até a biblioteca, deixando que eles escolham a próxima leitura, mostrando como funciona o processo de aluguel de livros, etc. 

Converse sobre leituras  

Conversar sobre leituras é diferente de discutir o livro escolhido para ser trabalhado em sala de aula. Aqui, a ideia seria tirar o estigma de obrigatoriedade de um livro. 

Que tal conversar com os alunos sobre sua leitura mais recente ou perguntar o que eles querem muito ler? Que tal trazer curiosidades e informações de cultura pop sobre livros? 

Conversar sobre leituras é uma maneira de deixar os alunos curiosos para conferir por eles mesmos, o que pode ajudar a construir o hábito da leitura. 

Use a tecnologia como aliada  

Por fim, para estimular a leitura entre os alunos é essencial ver a tecnologia como aliada. 

Hoje, os livros estão em todos os lugares e dispositivos porque existem lojas de ebooks na internet e aplicativos de assinatura de audiobooks. 

Não é mais necessário que os alunos apenas leiam livros físicos, eles podem escutar histórias ou acompanhar o texto no próprio celular. 

E entender essas possibilidades faz as suas aulas serem mais interessantes para os alunos também. 

Desenvolva suas habilidades de professor de literatura 

E agora que você chegou a esta altura do conteúdo, deve estar se perguntando como fazer tudo isso. Bem, uma maneira é aprimorando seus conhecimentos. 

Por isso, queremos aproveitar este espaço para convidar você a conhecer um curso de especialização que pode ajudar bastante no processo de incentivo à leitura de estudantes.  

O curso de pós-graduação em Literatura EAD do UNIFSA foi criado para levantar as questões que trouxemos neste artigo e desenvolver as suas metodologias de ensino.  

Nesta especialização, você aprenderá tudo sobre a literatura, as escolas, principais autores, contextos históricos e muito mais. 

O objetivo é capacitar você para atuar como professor nessa área, ou apenas aprofundar seus conhecimentos acerca do assunto, servindo de bagagem para suas produções.  

Esta é uma ótima opção para pedagogos e professores de literatura e língua portuguesa que buscam aperfeiçoamento e atualização profissional.  

Na pós-graduação EAD UNIFSA, você ainda recebe uma aceleração profissional, conquistando um certificado de extensão intermediário a cada 3 meses, que são os seguintes:  

  • Literaturas europeias 
  • Literatura infantil
  • Introdução à Literatura 
  • Literaturas brasileira e africana 

E ao final, você se torna especialista com um certificado em Especialização em Literatura 360h. 

Outra característica importante desse formato é você receber um acompanhamento profissional de carreira. Conheça a especialização em Literatura EAD neste link. 

Leia também: 

Baixe o e-book para descobrir as profissões em alta desta década!

--> Dentre as funções de um professor de literatura está incentivar o hábito da leitura, deixar a literatura mais acessível ...
14 min de leitura

A importância da fisioterapia do trabalho para as organizações

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O que é fisioterapia do trabalho 

A fisioterapia do trabalho é uma área bastante antiga. 

Pode-se dizer que seu nascimento no Brasil está em 1879, quando o aumento de acidentes em indústrias fez empresários buscarem um profissional que desse assistência na recuperação dos acidentados. 

A profissão foi regulamentada em 1969, sendo que o primeiro curso de graduação no Brasil começou a ser oferecido em 1963. 

De maneira geral, a fisioterapia do trabalho tem como objetivo evitar que um colaborador adquira uma doença ocupacional, atuando na prevenção dessas doenças com a ajuda da ergonomia, ginástica laboral e uma série de outras técnicas. 

Além disso, parte importante dessa área é a recuperação de colaboradores que adquiriram doenças laborais. Dentre as principais atribuições da fisioterapia do trabalho estão: 

  • Contribuir para aumentar o bem-estar, desempenho e produtividade do colaborador; 
  • Prescrever exercícios laborais e promover a ergonomia; 
  • Atuar ajudando na recuperação de queixas ou desconfortos físicos; 
  • Evitar a manifestação de doenças de origem ocupacional. 

Dentro das empresas, a atividade de fisioterapia do trabalho raramente é realizada por um fisioterapeuta colaborador. Na maior parte das vezes, é contratado um profissional terceirizado. 

Os benefícios da fisioterapia do trabalho 

Como a principal função da fisioterapia do trabalho é proporcionar o bem-estar e o cuidado com a saúde física do colaborador, seus benefícios se estendem para todos os funcionários de uma organização, desde o diretor até terceirizados. 

A primeira série de benefícios, obviamente, está no campo fisiológico. Ou seja, a fisioterapia do trabalho ajuda a trazer: 

  • Redução de dores e incômodos sentidos no dia a dia e diminuição da fadiga; 
  • Aumento da eficiência e melhoria da qualidade de vida do colaborador; 
  • Prevenção do sedentarismo e doenças laborais; 
  • Melhora na postura e aumento da mobilidade, força, ritmo e coordenação motora. 

Além disso, também existem os benefícios físicos, que são: 

  • Melhora na autoestima, na motivação para enfrentar a rotina e na concentração; 
  • Diminuição do estresse, ansiedade e níveis de tensão. 

E não apenas benefícios para o colaborador traz a fisioterapia do trabalho. Ela também ajuda organizações a se tornarem mais produtivas através do cuidado com os colaboradores. 

As principais vantagens para as empresas são: 

  • Melhora no clima organizacional e na imagem da empresa diante dos funcionários; 
  • Redução no número de afastamentos, o que traz redução de gastos; 
  • Aumento na produtividade e na melhoria de resultados.

 

A demanda por fisioterapeutas nas organizações 

Se você pretende seguir na área da fisioterapia do trabalho, é importante saber que esta área, assim como a fisioterapia no geral, se encontra em crescimento. 

De acordo com dados da Catho, a procura por fisioterapeutas cresceu 725% desde 2019. 

Antes do período da pandemia de Covid-19, a fisioterapia já vinha sendo buscada com mais frequência por conta do envelhecimento da população. 

Segundo pesquisa da Agência Brasil, 37 milhões de pessoas no Brasil são idosos, e esse número tende apenas a aumentar. 

O que faz com que os profissionais da fisioterapia se preparem para atuar com essa população. 

Mas para além disso, a pandemia de Covid-19 também trouxe um aquecimento para o mercado da fisioterapia hospitalar e respiratória.

Uma das principais sequelas do vírus são problemas respiratórios, o que obrigou muitas pessoas a buscarem ajuda profissional. 

E embora o crescimento de 725% observado pela Catho se refira em maioria à profissionais das áreas citadas no parágrafo acima, a fisioterapia do trabalho também cresceu e deverá se modificar. 

Isso porque devido à pandemia, o teletrabalho se tornou bastante popular, levando a responsabilidade de adaptação à ergonomia e enfrentamento do sedentarismo para dentro das casas dos colaboradores. 

O que faz um fisioterapeuta do trabalho 

O principal papel do fisioterapeuta do trabalho é tratar e prevenir lesões laborais dentro do ambiente de trabalho. 

Dessa forma, grande responsabilidade é a saúde dos colaboradores. 

Os fisioterapeutas do trabalho não costumam trabalhar sozinhos, eles trabalham junto a médicos e terapeutas ocupacionais para resgatar a saúde de pacientes ou chegar a diagnósticos. 

Dentre as principais funções realizadas pelo fisioterapeuta do trabalho estão: 

  • Prevenir, e também tratar, queixas e doenças laborais musculoesqueléticas; 
  • Promover conhecimento sobre capacitação, tratamento preventivo e conscientização de doenças laborais dentro do ambiente de trabalho; 
  • Desenvolver programas de ginástica laboral. 

Qual é o perfil de um fisioterapeuta do trabalho? 

Para quem deseja atuar na área, é importante atentar para algumas características importantes. 

O profissional que atua na fisioterapia do trabalho precisa ter a capacidade de gerar resultados e de promover a integração de grupos, precisa ter habilidade de se comunicar bem e claramente, além de possuir pensamento analítico para resolução de problemas. 

Qual a média de salário de um fisioterapeuta do trabalho? 

Segundo dados do site Vagas, a média salarial de um fisioterapeuta do trabalho no Brasil é de R$ 2.895,00.

Sendo que o salário mais alto é de R$ 3.667,00 e o salário inicial, de R$ 2.052,00. 

Porém, segundo o site Glassdoor, é possível encontrar salários de cerca de R$ 6.000,00 e R$ 7.000,00 dependendo da senioridade do profissional, cargo ocupado e empregador. 

Seja um especialista em Fisioterapia do Trabalho e Ergonomia 

No Brasil, a Fisioterapia do Trabalho só pode ser exercida por um profissional que tenha graduação em fisioterapia e registro profissional no COFFITO, o Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional. 

Além disso, existe a preferência para que o profissional atuante na área também tenha uma especialização em Fisioterapia do Trabalho e Ergonomia. 

Por isso, queremos aproveitar este espaço para convidar você a conhecer a Pós +Carreira EAD UNIFSA em Fisioterapia do Trabalho e Ergonomia. 

Com esta especialização, você aprenderá técnicas para deixar a experiência corporativa mais agradável ao corpo, à saúde e à mente. 

Dentre os conhecimentos adquiridos estarão práticas transformadoras para a rotina, a promoção de bem-estar e qualidade de vida e como atuar dentro de espaços corporativos e industriais. 

A Pós-graduação em Fisioterapia do Trabalho e Ergonomia EAD também permite que você acrescente mais linhas ao seu currículo antes mesmo da conclusão do curso. 

Isso porque o formato +Carreira proporciona múltipla certificação. A cada três meses, você conquista um certificado intermediário de extensão, além de um diploma de especialização 360h ao final do curso. 

Os certificados intermediários que você receberá durante o curso são estes: 

  • Introdução à Saúde do Trabalho 
  • Técnicas fisioterapêuticas aplicadas à saúde do trabalho 
  • Ginástica Laboral e Qualidade de Vida 
  • Análise Ergonômica do Trabalho   

Outra característica importante da Pós +Carreira EAD UNIFSA é que você recebe acompanhamento profissional de carreira. Além de poder contar com convênios para cursar sua especialização com descontos. 

Conheça a Pós +Carreira EAD UNIFSA em Fisioterapia do Trabalho e Ergonomia neste link. 

Conclusão 

Esperamos que ao chegar ao final deste artigo, você tenha conseguido tirar suas dúvidas sobre como funciona a fisioterapia do trabalho e como você pode se especializar para atuar na área. 

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